Sei lá as coisas como são elas. Me pego escolhendo qual o melhor doce pra comer quando voltar do trabalho. Também tenho minha dose de futilidade. Também gasto meu dinheiro com besteirinhas dispensáveis e tal… Não gosto (acho que não) muito de pensar. Deixaria simplesmente o dia correr hora após hora num ciclo vicioso que nunca acabaria.
Fiquei hoje pensando sobre a tal gripe do porco, e de repente agora, tudo preocupa de uma forma que incomoda. Como se todas as pessoas que um dia foram ao México, se relacionaram com alguém que foram, ou passaram perto, estivessem trazendo com elas a marca dessa mutação. E assim vamos vivendo com mais uma praga pra rogar, entendem?
E ai não dá pra evitar que com tudo o que o sujeito já passou, ele vai lá e faz dois gols (um deles: o golaço) e me faz cismar com a bendita simpatia que tenho e todo mundo tem com ele. Não bastam as contusões, confusões, gordura, travestis… Só pode ter nascido com a bunda virada pra Lua.
Enquanto outros vão se arrastando até o final.