A verdade do universo é tudo o que é transitório. Não existe justiça perfeita.
Arquivo da categoria ‘Divagações’
Virgem
Agosto 14, 2009Pique-Esconde
Agosto 13, 2009A beleza das coisas mora (ou se esconde?) em acreditar ou não nelas.
Afternoon
Julho 7, 2009Renato Russo diria que é estranho os bons irem antes.
Essa É Velha
Junho 5, 2009Deus é amor. O amor é cego. Logo, Steve Wonder é Deus.
(Ou o Geraldo Magela)
Adubo
Maio 22, 2009É falando merda que a gente aduba a vida.
Embaço
Maio 7, 2009Ou fode ou sai de cima!
Nasceu Burro Não Aprendeu Nada e Esqueceu a Metade
Abril 14, 2009Lendo isso como se fosse fazer sentido antes de escrever páginas de idéias irrecuperáveis e variações sobre o mesmo tema, entendo-me despreparado para continuar de maneira exata relatos que tangem a finalidade de expor determinado assunto por meio da nova grafia ortogada. Sinto-me um estranho a essa nova forma das palavras, e sinceramente ainda me pego em desvantagem total a antiga grafia. Quero dizer, preocupado em passar como desleixado a isso, venho sentindo a dificuldade em acreditar no que escrevo. Seja na velha ou na nova forma. É preciso ainda constatar que há tempos não me convenço do que escrevo. Ou seja, recorro às idéias e delas não aproveito da melhor maneira possível o desenvolvimento do assunto e aquilo que realmente quero expressar. Tudo a mim referenciado esgotou-se, como também ao bom senso comum que existia em contraponto as idéias realmente ruins. Confesso que continuar remando o barco contra a correnteza assume um certo ar de romantismo a qual não vou me desvencilhar. Certo ou errado assumo o risco em função de exterminar, como sempre, o diabo que ataca a mente quando vazia e estimular, como sempre, a inspiração que nasce desse vazio.
Motorista e Passageiro
Abril 7, 2009
De todas as formas que consigo diferenciar de maneiras totalmente distintas, sobraram apenas olhares desconfiados por trás dos arbustos emaranhados em meio a fios e cercas. Uma vez descendo do ônibus molhei meu pé na poça d’água e lembro de xingar o motorista por ter parado bem ali, estendendo a ele a culpa pela chuva que havia caido. Andei me perguntando se as vezes a gente não pensa nas coisas erradas mesmo quando as pensa certas. Um mundo todo se expande pra onde não há espaço suficiente. Estamos olhando com certeza absoluta que tudo vai passar. Assim a culpa não seria nossa. Somos apenas passageiros que molharam o pé alguma vez e desconfiaram do motorista.
O chão e aquilo que acontece nele tem uma perspectiva diferente daqui de cima. As pessoas mudam jeitos e trejeitos de acreditar que o mundo está rodando. As horas passam sempre do mesma forma, mas de maneira distinta arregala que pra alguns o vai e vem é só mais uma situação e pra outros é toda a perspectiva do próprio tempo.
Eu grito: Continua.
Andares
Janeiro 17, 2009Quando a gente pensa que chegou no solo, ainda tem o contra-piso.
Gente
Dezembro 17, 2008
Tem gente que é assim: Pra sempre!