1996

By Eder Albergoni

 

E lá estava eu. Deitado sobre a capa da invisibilidade. No ano que talvez nada tenha existido, se eu estava lá, as nuvens também estavam. Eram dias disfarçados de adolescência feliz, quando o futebol podia ao menos dizer a verdade. Meus, até então, conceitos sofreram ameaças do que apontava o que estava por vir. Era perigoso continuar ali, mas ali eu fiquei.

Do que veio e trouxe tudo que mudou alguns sonhos, no fundo reiniciaram outros processos, que talvez, esses, não me apareceriam de novo. Mais confuso impossível de ficar, sendo que as possibilidades de contar com a sorte também eram remotas, me fez inseguro dos meus próprios passos. Uma pedra era todo o sapato. 

7 Respostas para “1996”

  1. Carla Disse:

    Os dias eram estranhos, como estranha é hoje a sensação do passado, né?
    Os anos passam e as lembranças? Sobrevivem dentro de nós, miguxo!
    Bjo.

  2. Ariane Mazza Disse:

    =]

  3. Roberta Cristina Lopes Disse:

    Uma pedra no sapato já é difícil….imagina ela tomar conta do pé!?

    Mas nos adaptamos….cresemos…amadurecemos….e sobrevivemos…

    Bjos

  4. Roberta Cristina Lopes Disse:

    *crescemos…..(problemas de digitação rápida num teclado quase travado)…

    Revisão não faz mal a ngm, né? rsrsrsrs

    Bjos

  5. cris Disse:

    Eu era feliz em 1996… Ou menos crítica… Não, era feliz, com certeza!

  6. cris Disse:

    Então…
    Ah, respondi lá!

  7. ¡Má Disse:

    96? cacetada!!!

    já faz 12 anos que eu fiz a maior burrada da historia da minha vida!!!
    pena que não tem a tecla del pra vida real….

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