E lá estava eu. Deitado sobre a capa da invisibilidade. No ano que talvez nada tenha existido, se eu estava lá, as nuvens também estavam. Eram dias disfarçados de adolescência feliz, quando o futebol podia ao menos dizer a verdade. Meus, até então, conceitos sofreram ameaças do que apontava o que estava por vir. Era perigoso continuar ali, mas ali eu fiquei.
Do que veio e trouxe tudo que mudou alguns sonhos, no fundo reiniciaram outros processos, que talvez, esses, não me apareceriam de novo. Mais confuso impossível de ficar, sendo que as possibilidades de contar com a sorte também eram remotas, me fez inseguro dos meus próprios passos. Uma pedra era todo o sapato.
Setembro 2, 2008 às 12:08 pm |
Os dias eram estranhos, como estranha é hoje a sensação do passado, né?
Os anos passam e as lembranças? Sobrevivem dentro de nós, miguxo!
Bjo.
Setembro 2, 2008 às 2:29 pm |
=]
Setembro 2, 2008 às 3:18 pm |
Uma pedra no sapato já é difícil….imagina ela tomar conta do pé!?
Mas nos adaptamos….cresemos…amadurecemos….e sobrevivemos…
Bjos
Setembro 2, 2008 às 3:21 pm |
*crescemos…..(problemas de digitação rápida num teclado quase travado)…
Revisão não faz mal a ngm, né? rsrsrsrs
Bjos
Setembro 2, 2008 às 4:11 pm |
Eu era feliz em 1996… Ou menos crítica… Não, era feliz, com certeza!
Setembro 2, 2008 às 5:23 pm |
Então…
Ah, respondi lá!
Setembro 2, 2008 às 6:04 pm |
96? cacetada!!!
já faz 12 anos que eu fiz a maior burrada da historia da minha vida!!!
pena que não tem a tecla del pra vida real….