Essa música é demais. Gosto mesmo. E dai? O clipe é bonitinho e a segunda parte da música toma um clima épico até. Perfeita pra lembrar dos ‘rolinhos’ da escola.
Jonas Brothers- Lovebug
Essa música é demais. Gosto mesmo. E dai? O clipe é bonitinho e a segunda parte da música toma um clima épico até. Perfeita pra lembrar dos ‘rolinhos’ da escola.
Jonas Brothers- Lovebug
O seguinte: eu gosto do Twitter. Gosto de escrever lá e usar toda minha criatividade pra falar o que eu penso em 140 caracteres. Pois que eu, como já disse, tive problemas com spammers e com o e-mail e tive de criar outra conta. Acontece que, com a tomada recente do Twitter pelos famosos, o espaço ganhou sim com a aproximação dos fãs com seus admiradores, mas ao mesmo tempo afastou, diriamos assim, as pessoas “normais”. Onde estão as pessoas normais do Twitter? E além do mais, eles, os famosos, começaram a sortear presentes (o Barrichello vai sortear alguém pra acompnhar o GP Brasil dos boxes da Brawn, o Nelsinho vai dar camisas, bonés, viseiras, capacete, autografado por ele e pelo Nelsão, li que o Luciano vai dar uma TV plasma) para conseguirem mais seguidores.
Mas e eu que não darei nada pra ninguém, como faço pra conseguir tais seguidores. Confesso que nem queria-os aos montes. Como fica meu status no Twitter se eu não tenho quem leia o que escrevo lá?
Então decidi iniciar aqui uma campanha: Só volto a escrever lá quando tiver alguns seguidores e pra isso conto com a ajuda de vocês. É só me seguir ou dizer pra quem tem Twitter me seguir também. Prometo dar twetts criativos e bem humorados, bem como úteis.
Alguém lá escreveu que o Twitter era mais interessante antes dos “famosos” aparecerem. Estou quase sendo obrigado a concordar.
Toda fase de entresafa é assim, como o cheiro do bolo de milho que vem da cozinha e vai embora pelas janelas abertas incomodar os vizinhos. Tudo ganha outra perspectiva, outro termo de comparação, os valores se renovam, a gente continua dobrando os medos e seguindo enfrente. Não que isso seja o essencial pra levar a vida numa boa. Mas quem é que recusa um pedaço de bolo de milho?
Bom, é o seguinte: criei conta nova lá e ainda não twittei nada mas to dando following. Tive probleminhas com spammers e com o envio de mensagens do e-mail. Então se tiver você Twitter me segue lá ok. A conta tá protegida exatamente pra evitar spammers, mas é só deixar o request que eu aceito depois. E aproveitando que todo mundo tem feito promoção pra angariar mais seguidores, eu também só volto a twittar quando tiver uns 50 followers. Duvido que alguém ligue pra isso, até porque não vou dar nada pra ninguém.
A gente brinca de contar segredos sutis aos ouvidos e depois chora como se fossem facas e pedras. A gente cria palavras novas que nunca estarão no dicionário, só pra dizer o quanto passou perto desvendar a queda do avião. Nas nossas cabeças tudo se divide em diversão e chatice. Quando o Paul subir no palco balance a cabeça como todos vão fazer e ai tome mais um gole de cerveja e escreva isso no twitter. Há cada lance de escada que ela sobe, um trem chega na outra estação, um temporal desaba, o amor acaba, o homem vai a Lua com seu Pogobol. Ninguém ainda percebeu mas o mundo não existe mais. Apenas a faísca da física quântica que ela mesma ajudou a explicar naquelas teorias de buracos de minhoca e realidades diferentes no espaço e no tempo que descorreram continuos um em seu tempo, um em seu espaço, que já vimos em Lost. Enfim, onde está você e seu mal humor pra me abraçar como se fosse a última coisa a fazer. Preciso me lembrar de onde estava cada coisa nessa sala, antes da rajada de bolas de canhão que invisíveis passaram as paredes feitas de papel, assim como preciso lembrar de mim dentro de você. Com nossos segredos ou não. Só não te esqueça que te vi e desisto de procurar algo melhor por nós dois que não seja renunciar aquilo que estava escrito em nosso muro da rua sem saída, da casa sobrado que meus pais alugaram lá no Planalto. Copenhague pode ser aqui do lado e a Dinamarca nunca esteve tão bem. Só preciso lembrar como chegar lá.
É pela importância da comunição, e logo pela relevância, de ter pra quem falar e procurar o que interessa no meio de milhões de coisas que não se encaixam em determinado perfil. A velocidade dessa tal informação e o tempo de exposição dela que expira mais rápido do que se possa pensar e discutir sobre. É pelo fato de precisar expor idéias e tentar fazer a própria parte quanto a se dizer responsável também por essas novas mídias. Participar do que acontece em tempo real, quase ao vivo. Diria até que quase mais que ao vivo. Enquanto focos especializados ainda procuram confirmação, o “mais que ao vivo” já confirmou, contou detalhes, mostrou fotos e contou mais detalhes. Uma mera bobagem que tomou conta do mundo de um jeito nunca visto antes de um jeito meio torto. O que da comunicação é relevante? Fica a pergunta. É por tudo isso que eu, enjoado que sou, enjoei disso também. Da coisa que de fato é tão legal que deixa de ser de um dia pro outro exatamente por se extrapolar naquilo que é sua principal causa: Se comunicar.
Acabei de cometer um twittercidio. Foi impulso. As causas: Acumulo de informação. Confusão nas idéias e falta do que dizer ajudaram bastante. Talvez eu leia um livro por agora e depois crie uma nova conta.
Atualizando: Já criei uma nova conta mas, diriamos assim, está em coma. Na UTI. Vai depender do meu estado de espírito voltar a twittar.
Excelentíssimo Senhor José Sarney, já deu a hora.
Estava pensando rapidamente no reputação do nobre congressista desde dos tempos em que era Presidente. Tenho lembranças sólidas dessa época dos Cruzados que pedia ao meu vô para comprar doces no bar. Sua imagem está diretamente ligada a essas memórias vivenciadas na infância. Sempre respondia as perguntas que meu vô me fazia, pra se gabar que tinha um neto inteligente. Entre tantas outras coisas como, qual o menor mês do ano, quem é o atacante do Palmeiras, o que combina com queijo, ele sempre me perguntava se eu sabia quem era o Presidente do Brasil. Era o trunfo que ele guardava na manga diante os amigos de bar. Qual dos filhos ou netos deles saberiam responder algo tão… tão… sério. Sim. Sério. Meu vô o achava digno do cargo que ostentava. Não sei bem porque ele pensava isso. Vai ver o senhor de fato merecesse e fosse digno da confiança do meu vô.
Seu Sarney, era como eu respondia ao meu vô, orgulhoso diante os amigos de bar.
Seu Sarney já deu a hora não acha. Pelos que já não confiam mais no senhor e principalmente pela memória do meu avô.
Desculpem o título com trocadalho do carilho. O cara fez muitas burradas na vida mas, talvez pela excentricidade, vai fazer falta.
Michael Jackson- Smooth Criminal
Fico contando em pensamento as coisas que a gente não é capaz de aguentar. Olho pela janela e chove. Não consigo formular de um só jeito tudo o que gostaria de dizer então. Talvez por ser sério demais e dai parecer difícil entender as coisas como elas acontecem. E elas acontecem. No fundo a gente sabe que um dia depois do outro é remédio pra quase tudo. E às vezes passa despercebido que o tempo tá passando até bater de frente com o relógio e os ponteiros abertos começam a se encontrar numa posição só. No futuro da gente há o que é agora, sendo que assim as ondas ficam maiores lá no meio do lago, como se esse fosse a vida. A gente tem tendências a tirar o pé, por assim dizer, e ficar se lamentando por coisas bobas, quando por muito e por muitos isso seria visto de forma positiva. Menos mal. Eu fico pensando em dilemas e lição de moral e cada vez mais nem sei o que tento entender e que eu devia me convencer que de fato, é mais simples do que é. A mensagem é: siga em frente, não importa o que aconteça. E acontece. Como a chuva que cai lá fora.